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Relacionar-se com outras pessoas está longe de ser uma tarefa fácil e tranquila. Pontos de vista diferentes, crenças pessoais e vivências particulares. Tudo isso, aliado à correria desenfreada de nosso dia a dia, dificulta que consigamos olhar o mundo com a perspectiva do outro. O resultado são desentendimentos, mal-entendidos, separações, demissões e até brigas físicas. O que o mundo está mais precisando é de empatia, que é a capacidade que o ser humano tem de se colocar na pele do outro e compartilhar emoções, sensações e ideias. Quando lidamos com pessoas muito diferentes da gente, a empatia torna-se pré-requisito básico para uma relação respeitosa e construtiva. Segundo neurocientistas, cerca de 98% dos seres humanos têm a capacidade natural de empatizar com o outro, de entrar em sintonia com o mundo e os problemas de quem nos dirige a palavra. E por que é tão complicado fazer isso quando o assunto é afro descendência, identidade de gênero, orientação homoafetiva, deficiências e gerações?

Confessa, vai. Você tem um monte de perguntas sobre o universo da pessoa com deficiência mas nunca achou respostas. Seja porque perguntou para quem também tinha vários pontos de interrogação na cabeça ou porque acabou esquecendo de pesquisar sobre o assunto mesmo. Bom, não importa o motivo. Neste post vamos responder a algumas das perguntas mais comuns de pessoas sem deficiência sobre o dia a dia da pessoa com deficiência. E se houver alguma dúvida não atendida, mande para sua perguntinha pra gente, ok?

Ao ser convidado para viver novamente a personagem de Tony Stark, o ator Robert Downey Jr não pensou duas vezes. Não, não! Não se trata de uma nova sequência do bem-sucedido longa metragem ‘Homem de Ferro’, mas de uma ação realizada pela Limbitless Solutions, fabricante de braços biônicos de baixo custo – em parceria com a Microsoft OneNote Collective Project. Veja como foi o encontro do herói de metal com o jovem Alex, que possui uma deficiência no seu braço direito.

Ao contrário do que muitos pensam, a quantidade de brasileiros com alguma deficiência não é pequena. Não é um ‘nicho’ de mercado. Segundo o IBGE, os números são surpreendentes:

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