O mundo foi concebido para ser de todas as pessoas. Sem exceções. E sendo assim, todos temos o direito à educação, trabalho, lazer, saúde. Temos o direito à vida, à dignidade humana. Em meio a mais de 7 bilhões de pessoas no globo, faz-se necessário que os direitos humanos sejam lembrados, difundidos, respeitados e praticados.

Temos direito à equidade, que é tão essencial quanto o ar que respiramos. Precisamos de equidade para viver. Viver felizes. E todos temos direito à felicidade. Todos.

A diversidade de uma sociedade precisa ser respeitada. Afinal de contas, todo ser humano nasceu livre e igual perante todas as leis, a dos homens e às da natureza. Com a equidade e acessibilidade, temos um mundo mais feliz de se viver e para criar nossas famílias.

A proteção universal dos direitos de todos seres humanos foi estabelecida pela primeira vez em 1948, através da Declaração Universal dos Direitos Humanos, da ONU. Décadas depois, a Convenção Sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência (2006) selou o compromisso recíproco de todos povos e nações e também passou a reconhecer “o igual direito de todas as pessoas com deficiência de viver na comunidade, com a mesma liberdade de escolha que as demais pessoas”.

Os anos passam e muito tem se avançado no campo da acessibilidade, da inclusão social e do respeito à diversidade. E acreditamos que podemos mais! Somos apaixonados pela causa e estamos sempre ao lado das pessoas com deficiência e de todos que representam a diferença, a diversidade. Estaremos sempre ao lado de quem valoriza as pessoas, de quem gosta de gente. Estaremos sempre defendendo a humanidade, que é diversa por natureza e, por isso, tão bela.

Rodrigo Credidio

Eleanor Rosevelt segura uma cópia da Declaração